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AVPHNews Notícias

      Bem vindos ao AVPHNews, onde você poderá encontrar novas informações e descobertas sobre Paleontologia.

Reportagem: Tetis
Título: Nova espécie de dinossauro é encontrada no sertão da Paraíba

Notícia:
Paleontólogos encontraram fragmentos fossilizado da fíbula, um osso da perna, do que seria uma nova espécie de titanossauro (dinossauros herbívoro de pescoço longo) que viveu no Estado da Paraíba há cerca de 136 milhões de anos atrás. A descoberta foi realizada pela equipe da paleontóloga Aline Ghilardi, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco). A descoberta é importante, pois é a primeira identificação eficaz dos grandes répteis que habitaram aquela região e é ainda o dinossauro mais antigo do período Cretáceo a ser identificado no Brasil.

Referência: http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2016/07/1794796-nova-especie-de-dinossauro-e-encontrada-no-sert
Data: 2016-08-18 10:53:56


Reportagem: Thiago
Título: Nova espécie de lagarto é descoberta no Brasil

Notícia:
Notícia do dia 26/08/15 Cientistas descobriram uma nova espécie de lagarto que viveu há 80 milhões de anos a partir de um fóssil encontrado na cidade de Cruzeiro do Oeste, no Paraná. A descrição da espécie, que recebeu o nome de Gueragama sulamericana, foi publicada na revista "Nature Communications" nesta quarta-feira (26). Trata-se da primeira espécie de lagarto acrodonte - que tem os dentes presos diretamente no maxilar superior - descoberta na América do Sul.O grupo de lagartos iguania, que tem mais de 1700 espécies conhecidas, é dividido de maneira que os acrodontes dominam o Velho Mundo e os não-acrodontes dominam o Novo Mundo. Por isso a descoberta do Gueragama sulamericana em terras brasileiras provocou surpresa. Isso sugere, segundo os cientistas, que o grupo atingiu uma distribuição global quando ainda havia o continente Pangeia.

Referência: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2015/08/nova-especie-de-lagarto-de-80-milhoes-de-anos-e-
Data: 2015-09-23 09:40:20


Reportagem: Thiago
Título: Foi descoberta uma cobra de 4 patas!

Notícia:
Notícia do dia 23/7/15 A revista científica americana Science trouxe, nesta quinta-feira, 23, a descrição inédita do primeiro fóssil conhecido de uma serpente de quatro patas, que viveria na Chapada do Araripe, interior do Ceará, há cerca de 120 milhões de anos. A descoberta é esclarecedora, pois sugere que as cobras surgiram de lagartos terrestres da Gondwanna, remanescente do supercontinente Pangeia. O líder da pesquisa é: o britânico David Martill,que disse que o fóssil foi repassado para um museu na Alemanha após décadas em posse de um colecionador. "Quando eu vejo uma publicação dessas, eu tenho vontade de chorar. Desde os anos 60, foram centenas de fósseis que saíram do Brasil de forma ilegal. Esse material poderia estar sendo estudado aqui no Cariri, fomentando a nossa pesquisa", avaliou o paleontólogo e professor da Universidade Regional do Cariri (Urca), Álamo Feitosa Saraiva.

Referência: http://www.opovo.com.br/app/fortaleza/2015/07/23/noticiafortaleza,3473979/cobra-de-quatro-patas-que-
Data: 2015-09-23 09:34:41


Reportagem: Thiago
Título: Descoberto um dinossauro bizarro: o Yi qi

Notícia:
Notícia do dia 7/5/15 As asas das aves e seus parentes mais próximos terópodes compartilhar uma arquitectura fundamental uniforme, com penas de voo pinadas como o componente chave. Aqui nós relatamos um novo terópode scansoriopterygídeo, Yi Qi gen. et sp. nov., com base em uma nova amostra do período Jurássico Médio-Superior da Formação Tiaojishan Formação da província de Hebei, na China. Yi é filogeneticamente aninhada entre os terópodes alados, mas tem grandes penas filamentosas rígidas de um tipo incomum tanto no membro anterior e membro posterior. No entanto, as penas filamentosas de Yi assemelham penas pinadas em suportar morfologicamente diferentes melanossomas. Surpreendentemente, Yi tem um osso de bastonete longo, de cada pulso, e os remendos de tecido membranoso preservado entre os ossos semelhantes a haste e os dígitos manuais. Características análogas são desconhecidas em qualquer dinossauro, mas ocorrem em vários voo e tetrápodes deslizando o que sugere a intrigante possibilidade de que Yi tinha superfícies aerodinâmicas membranosas totalmente diferentes das asas emplumadas arquetípicas de aves e seus parentes mais próximos. Documentação dos membros anteriores únicas de Yi aumenta a disparidade morfológica conhecida a existir entre os dinossauros, e destaca a extraordinária amplitude e riqueza da experimentação evolucionária que teve lugar perto da origem das aves.

Referência: http://www.nature.com/nature/journal/v521/n7550/full/nature14423.html
Data: 2015-08-31 13:14:34


Reportagem: Tetis
Título: Paleontólogo ​William Nava recebe doação de fóssil para Museu

Notícia:
Não é sempre que a gente ganha um fóssil de presente. Mas aconteceu comigo, perto do Natal de 2014. Um jovem chegou ao Museu de Paleontologia de Marília, no estado de São Paulo, onde trabalho, dizendo que tinha em casa um fóssil de dinossauro, encontrado por seus pais em 1996 numa chácara em Presidente Prudente, também no interior paulista. Sua mãe, que estava de mudança da chácara para a cidade, sabia da importância científica do fóssil, por isso, desejava doá-lo para uma instituição que pudesse cuidar bem dele. Ouvi a história com atenção e lembrei que, em algum lugar do passado, eu já tinha lido sobre um caso semelhante. Afinal, se uma pessoa tiver olhar atento e curiosidade, também pode descobrir um fóssil. Como apaixonado por dinossauros e paleontologia desde os 13 anos, tenho o hábito de colecionar artigos de jornais e revistas que falem sobre achados de fósseis pelo mundo afora. Comecei na década de 1970 e tenho mais de mil recortes. Vasculhando minha coleção, encontrei uma matéria do jornal Folha de S. Paulo publicada no dia 8 de março de 1996, que contava uma história muito parecida à do rapaz que me visitou no museu. Quando contei ao jovem, ele ficou animado. Combinamos, então, de eu fazer uma visita à chácara em Presidente Prudente para buscar o fóssil. Em janeiro de 2015, fui à casa de dona Augusta de Jesus para conhecê-la e receber o material. Os fragmentos eram pedaços grandes e quase uma centena de pequenos restos ósseos. Era mesmo o fóssil descrito naquela matéria de jornal! Agradeci à simpática senhora pelo gesto e voltei ao museu com o fóssil na bagagem. Então, foi a hora de remontar o osso de dinossauro. Deu um certo trabalho, mas consegui ter uma ideia do que se tratava: um úmero, osso do braço, pertencente a um titanossauro – dinossauro herbívoro e quadrúpede que viveu em porções terrestres do que é hoje a América do Sul, durante o período Cretáceo (entre 65,5 e 145 milhões de anos

Referência: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/presente-mais-que-especial/
Data: 2015-04-04 10:57:29




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